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Lista de remédios para levar para os Estados Unidos: quais são liberados

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Planejar uma viagem aos Estados Unidos envolve passagem, hospedagem e seguro, mas um item costuma ser deixado para a última hora e pode gerar dor de cabeça na alfândega, que é a bagagem de remédios. Por isso, montar com antecedência uma lista de remédios para levar para os Estados Unidos ajuda a viajar com segurança e evita surpresas na chegada.

O país tem regras próprias sobre medicamentos, e produtos comuns nas farmácias brasileiras podem não ser aprovados pela agência reguladora americana. Além disso, remédios controlados exigem documentação, e a quantidade levada precisa ser compatível com o período da viagem.

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Conhecer essas exigências antes de fechar a mala permite escolher o que levar, o que comprar lá e o que deixar em casa, e é justamente por isso que preparar uma lista de remédios para levar para os Estados Unidos se torna tão importante. Continue a leitura deste artigo no Portal Cidadão BR e entenda todos os detalhes sobre o assunto.

Lista de remédios para levar para os Estados Unidos?

Uma lista enxuta pode incluir paracetamol, ibuprofeno, antialérgicos como loratadina e cetirizina, loperamida, omeprazol, simeticona, dimenidrinato e sais de reidratação, além dos remédios de uso contínuo que você já toma com receita.

Todos esses itens têm versões aprovadas pela FDA e vendidas nas farmácias americanas, o que facilita a reposição em caso de necessidade. A regra geral é levar até noventa dias de suprimento, na embalagem original, com receita ou carta médica em inglês. Converse com seu médico antes de fechar a lista.

Analgésicos e antitérmicos

Os mais comuns são o paracetamol, conhecido no Brasil como Tylenol, e o ibuprofeno, vendido aqui como Alivium e Advil, ambos usados para dor, febre e inflamações leves, e também o ácido acetilsalicílico, a famosa Aspirina.

Nos Estados Unidos, o paracetamol é chamado de acetaminophen e o ibuprofeno de ibuprofen, e os dois são vendidos sem receita em qualquer farmácia. Por isso, basta levar uma pequena quantidade para o início da viagem. Evite incluir a dipirona, que não é aprovada por lá.

Antialérgicos

Os antialérgicos mais usados são a loratadina, vendida como Claritin, a cetirizina, conhecida como Zyrtec, e a fexofenadina, comercializada como Allegra, todos encontrados sem receita nas farmácias americanas.

Esses remédios são úteis para quem tem rinite, alergia a pólen ou reações a alimentos e picadas de insetos. Se você tem alergia grave e usa medicação de emergência, como adrenalina injetável, leve a receita em inglês e mantenha o produto na embalagem original.

Remédios para estômago e intestino

Para problemas digestivos, o kit pode incluir loperamida, conhecida no Brasil como Imosec, omeprazol, como o Losec, simeticona, vendida como Luftal, e sais de reidratação oral, que ajudam em casos de diarreia e desidratação.

Nos Estados Unidos, a loperamida é vendida como Imodium, o omeprazol como Prilosec OTC, a simeticona como Gas-X e a reidratação oral como Pedialyte. A mudança de alimentação e de horários durante a viagem costuma causar desconfortos, então vale levar pelo menos uma cartela de cada.

Remédios contra enjoo

Quem sofre com enjoo em carro, ônibus ou avião pode levar dimenidrinato, vendido no Brasil como Dramin e nos Estados Unidos como Dramamine, remédio que também costuma ser encontrado sem receita.

Esse tipo de medicamento pode causar sonolência, por isso não deve ser usado antes de dirigir. Como as viagens para os Estados Unidos costumam incluir longos trajetos de carro, vale ter o produto à mão e ler a bula com atenção antes de tomar.

Funcionário da alfândega americana inspeciona uma caixa de remédio retirada de uma mala aberta no aeroporto, em uma cena realista e institucional.

Remédios de uso contínuo

Quem usa medicação todos os dias, como losartana, anlodipino, metformina ou levotiroxina, deve levar a quantidade necessária para a viagem, com receita em inglês, sem passar do limite de noventa dias, e sempre na bagagem de mão.

Esses exemplos são apenas ilustrativos, e cada pessoa deve levar somente o que já usa com prescrição. Anticoncepcionais, insulina e outros remédios essenciais também entram nessa categoria, e é recomendável levar uma carta médica explicando o tratamento.

Tabela rápida: nomes no Brasil e nos Estados Unidos

Para facilitar a conferência na mala e a compra nas farmácias americanas, veja a tabela com o princípio ativo, o nome conhecido no Brasil e como cada remédio costuma ser vendido nos Estados Unidos.

Princípio ativoNome conhecido no BrasilComo é vendido nos EUA
ParacetamolTylenolAcetaminophen (Tylenol)
IbuprofenoAlivium, AdvilIbuprofen (Advil, Motrin)
LoratadinaClaritinLoratadine (Claritin)
CetirizinaZyrtecCetirizine (Zyrtec)
FexofenadinaAllegraFexofenadine (Allegra)
LoperamidaImosecLoperamide (Imodium)
OmeprazolLosecOmeprazole (Prilosec OTC)
SimeticonaLuftalSimethicone (Gas-X)
DimenidrinatoDraminDimenhydrinate (Dramamine)
Sais de reidratação oralSoro de reidratação oralPedialyte

Quais remédios são proibidos de levar nos EUA? (Coloque em vários h3)

Não existe uma lista oficial única, mas medicamentos que não têm aprovação da FDA, como a dipirona, costumam ser barrados na entrada, e remédios controlados só passam com documentação adequada e em quantidade pessoal.

Muitos desses produtos são vendidos livremente no Brasil, o que faz com que o viajante só descubra o problema no aeroporto. Por isso, vale revisar a lista de remédios com antecedência e procurar alternativas aprovadas com o médico.

Dipirona e produtos que a contêm

A dipirona não é aprovada pela FDA para uso humano nos Estados Unidos, e os produtos que a contêm, como Novalgina, Anador, Dorflex e Neosaldina, podem ser barrados mesmo que o viajante tenha receita brasileira.

A substância é associada ao risco raro de agranulocitose, uma redução grave dos glóbulos brancos, o que explica a ausência de aprovação no país. Quem depende desse tipo de analgésico deve conversar com o médico sobre substitutos aprovados.

Outros remédios não aprovados

Substâncias como nimesulida, sibutramina, domperidona e fenilpropanolamina também não têm aprovação ou foram retiradas do mercado americano, e por isso o ideal é não incluí-las na bagagem.

Como as regras podem mudar e cada caso é analisado pelo oficial, confirmar a situação de cada remédio antes da viagem é a melhor forma de evitar a perda do produto e atrasos na entrada no país.

Medicamentos controlados

Remédios como clonazepam, diazepam, codeína, tramadol e metilfenidato são controlados, e podem ser levados para uso pessoal apenas com receita em inglês, embalagem original e quantidade compatível com a viagem.

Mesmo com a documentação em ordem, esses medicamentos costumam receber análise mais cuidadosa, e o oficial pode questionar o viajante. Manter tudo organizado e declarar os itens logo no início da inspeção reduz o risco de transtornos.

Fitoterápicos, homeopáticos e suplementos

Produtos naturais, homeopáticos e suplementos podem ser barrados, principalmente quando estão fora da embalagem original ou contêm ingredientes não aprovados, e por isso exigem atenção redobrada na hora de montar a bagagem.

Se algum desses produtos for importante para o tratamento, vale verificar os ingredientes e conversar com o médico antes da viagem. Em muitos casos, uma alternativa vendida nas farmácias americanas resolve a necessidade sem risco de apreensão.

Diante de tudo isso, fica evidente que preparar uma lista de remédios para levar para os Estados Unidos, com receita em inglês, embalagem original e quantidade para até noventa dias, é a melhor forma de viajar tranquilo e entrar no país sem problemas.

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