Selic Chega a 13,75%! Veja como Isso Impacta VOCÊ e o seu DINHEIRO!

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O COPOM – Comitê de Política Monetária decidiu elevar a Taxa Selic de 13,25% para 13,75% ao ano! Trata-se do 12º aumento consecutivo na taxa básica de juros da economia!

Essa elevação dos juros em mais 0,5 ponto percentual irá aumentar os rendimentos de investimentos que acompanham a Selic como CDBs (Certificado de Depósito Bancário), títulos privados e do Tesouro Direito, superando de longe o retorno oferecido pela tradicional caderneta de poupança.

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Contudo, a nova alta da taxa básica de juros vai encarecer e muito crédito, mas também representa oportunidade para investimentos! Logo, as diversas aplicações em renda fixa passarão a oferecer retornos maiores.

Confira como a aproveitar esta alta da Selic em benefício pra você!

Entenda a Alta da Selic

Entre março e junho do ano passado, o Copom elevou as taxas em 0,75 ponto percentual por reunião. No início de agosto, o BC começou a elevar a taxa Selic em 1 ponto percentual a cada reunião.

A Selic subiu 1,5 ponto de dezembro a maio, com o aumento da inflação e o agravamento das tensões no mercado financeiro.

Na última decisão a Selic segue em ciclo de alta após seis anos sem ser promovida. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa de crescimento anual permaneceu em 14,25%.

Depois disso, o Copom voltou a baixar a taxa básica da economia até março de 2018, quando atingiu 6,5% ao ano.

A Selic voltou a cair em agosto de 2019 até atingir 2% ao ano em agosto de 2020, que foi afetada pela contração econômica causada pela pandemia de covid-19. Este é o nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986.

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Comparativo para Investimentos

As Simulações do buscador de investimentos Yubb mostram que, com a Selic a 13,75%, diversos investimentos em renda fixa ficarão mais atrativos, com uma rentabilidade líquida de até mais de 7% para o período de 12 meses. Confira abaixo:

selic

Quanto às aplicações em CDB, a taxa média de retorno esperada das aplicações em títulos e valores mobiliários para bancos de grande porte é de 0,97% em 12 meses, e a taxa média esperada para bancos de médio porte é de 5,05%, após ajuste de inflação e imposto de renda.

Para Bernardo Pascowitch, CEO e fundador da Yubb, o momento atual continua favorável para títulos de renda fixa devido aos juros altos e inflação persistente. Já para Idean Alves, sócio e head de trading da Ação Brasil Investimentos, aconselha cautela em relação aos títulos relacionados ao IPCA.

As formas de maior retorno esperado incluem bônus de incentivo, que são títulos emitidos por empresas para financiar seus projetos e operações, LCIs (cartas de crédito imobiliárias) e LCAs (letras de crédito do agronegócio). Todas essas aplicações estão isentas de Imposto de Renda (IR).

Alta na Selic

Investimentos mais Buscados com a Alta da Selic

A maior rentabilidade líquida dos investimentos em renda fixa também deve se beneficiar das expectativas de inflação mais baixas neste ano. A previsão do IPCA dos mercados financeiros para 2022 caiu para 7,15%, ante quase 9% no início de junho, mostrou uma pesquisa do banco central divulgada nesta semana.

Por exemplo, com uma Selic de 13,75% e a perspectiva de inflação mais lenta, o retorno líquido real esperado (ganho acima da inflação) sobre o investimento no Tesouro Selic é de 3,52% em um período de 12 meses – mais do que dobrando quando as taxas de juros são subiu para 13,25% ao ano, resultado previsto pelo Yubb na simulação.

Segundo o levantamento do Yubb, os investimentos em renda fixa foram os mais buscados no mercado financeiro neste início de mês. Os CDBs, que contam com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) para aplicações de até R$ 250 mil, foram as opções mais procuradas pelos investidores no mês de julho.

Confira o ranking:

  1. CDBs
  2. Tesouro Direto
  3. LC/RDB
  4. LCI/LCA
  5. Ações livres
  6. Fundos de ações
  7. Debêntures
  8. Fundos imobiliários (FIIs)
  9. Fundos multimercado
  10. Fundos de índice (ETFs)

Impactos para os consumidores e para a economia

A elevação da Selic ajuda a controlar a inflação! Isso porque juros maiores encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo.

Porém, com as taxas mais altas, a economia demora mais para se recuperar. Conforme último Relatório de Inflação, o Banco Central projetava crescimento de apenas 1,7% para a economia em 2022.

O mercado projeta crescimento um pouco maior. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 1,97% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) neste ano.

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Fonte: G1 Globo

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